O nome Badarik González ganhou os holofotes nos últimos dias. Isso porque o ex de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga está no centro de uma polêmica.
Maffeis pediu medida protetiva contra ele, segundo o jornal Extra. A relação dos dois terminou há dois meses, e hoje eles só se falam através de advogados.
Maffeis contou nas redes sociais, que Badarik tinha se acomodado “com as facilidades que encontrou” ao lado dela. "Parece que é um karma meu", disse.
O ex também desabafou ao chorar ao aparecer nas redes sociais chorando por não ter como ver os dois filhos e ter que manter distância física.
"Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão", disse ele
Badarik foi preso há cerca de dois meses após acusação de furtar um anel de prata exposto em um estande durante um festival em Ipoema, distrito de Itabira, em Minas Gerais. No entanto, obteve liberdade provisória no início do mês de junho, após cumprimento de medidas cautelares, como comparecer à Justiça quando for intimado e manter o endereço atualizado no processo.
"Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou", disse ele, na transmissão do Instagram em que falou sobre a medida cautelar pedida por Mariana. "O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento e têm dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas".
Badarik é colombiano e atua no Brasil como professor de ioga. Da relação com Mariana, é pai de duas filhas: Varuna, de 5 anos, e Hima, de 2.
Em meio a uma decisão judicial que o impede de ver as duas filhas, o professor de ioga fez ainda um apelo durante a transmissão de live no Instagram.
O colombiano pediu “compaixão” ao público e afirmou ainda que as crianças não deveriam ser afetadas por sua disputa com a ex-esposa.
“Existem as crianças, existem as nossas crianças. Crianças de dois aninhos, imagina. Cinco aninhos. Merecemos ser abraçados pelo amor, pelo respeito, pelo diálogo”, afirmou González. “Não estou aqui para atacar ninguém. Espero apenas que possamos olhar para as crianças com muita compaixão e colocar o bem delas acima de qualquer conflito. Essa é a prioridade”, completou.