LOGIN

ASSINE

ASSINE

Sair

Sair

Assine

Login

Descubra

Assine

Clube Correio

  • Login
  • Alterar Senha
  • Esqueci minha senha
  • Acessar cartão Clube Correio

Redes Sociais

Rua Aristedes Novis, 123, Federação
CEP: 40210-630 - Salvador, Bahia, Brasil

Assinaturas: 71 3480-9140
Anuncie: 71 3203-1353
Ache Aqui Classificados: 71 3480-9130
Redação: 71 3203-1048

redacao@correio24horas.com.br

ACESSE SUA CONTA

Ainda não é assinante? Assine aqui.

Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade

RECUPERAR SENHA

Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre

DO CORRE AO LUCRO

Empreendedor com CNPJ ganha quase 3 vezes mais que o informal, revela Sebrae

Renda média do trabalhador formalizado alcançou R$ 6.688, contra R$ 2.253 de quem atua sem registro; levantamento expõe o impacto direto da formalização na Bahia

Por Amanda Cristina de Souza

Publicado em 27 jul 2026 às 15:16

Mãos à obra: O empreendedorismo doméstico ganha força com as vendas on-line; dentro de casa, o desafio é organizar o espaço entre o lar e a produção.
Mãos à obra: o empreendedorismo doméstico ganha força com as vendas on-line; dentro de casa, o desafio é organizar o espaço entre o lar e a produção Crédito: Blue Bird, Pexels
Formalizar o próprio negócio garante um ganho quase 3 vezes maior no fim do mês, revela pesquisa recente. Levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que a renda média do empreendedor com Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) bateu R$ 6.688, enquanto quem trabalha informalmente recebe apenas R$ 2.253. A disparidade de valores acorda o mercado baiano para o impacto direto da formalização no faturamento da empresa.
A distância financeira entre a formalidade e a informalidade reflete diretamente a realidade da Bahia e de Salvador, onde o pequeno comércio, os serviços e a economia criativa movimentam a renda de milhares de famílias.
Ter um registro ativo abre portas para a emissão de notas fiscais, facilita o fechamento de contratos com empresas de grande porte e garante acesso a financiamentos bancários com taxas de juros reduzidas para reinvestir no negócio.

Informalidade atinge a maioria dos trabalhadores

Além do impacto no bolso, a diferença fica escancarada na proteção social da família. O estudo do Sebrae aponta que 78% dos empreendedores formalizados mantêm contribuições regulares para a Previdência Social.
Entre os informais, o índice despenca para apenas 19,5%, deixando mais de 80% desse grupo sem cobertura em momentos de necessidade e sem direito a benefícios como aposentadoria, auxílio por incapacidade temporária e salário-maternidade.
Apesar da vantagem financeira expressiva, a informalidade ainda é a realidade da maioria dos trabalhadores no país. Entre janeiro e março deste ano, o Brasil contabilizou 30,2 milhões de donos de negócios, dos quais 19,4 milhões atuavam sem registro formal, o que representa cerca de 65% de todo o universo empreendedor.
Sem o registro de pessoa jurídica, esses profissionais enfrentam barreiras constantes para crescer. A ausência do documento impede a participação em licitações públicas, restringe a prestação de serviços para médias e grandes empresas e empurra o trabalhador para empréstimos pessoais com juros elevados.

Inflação acumulada reduz o ganho real

O levantamento também analisou a evolução da renda nos últimos cinco anos e expôs o desgaste provocado pela inflação.
Entre o primeiro trimestre de 2021 e o mesmo período de 2026, o ganho nominal dos formalizados subiu 28,9%, enquanto o dos informais avançou 20,7%. No entanto, com a inflação acumulada próxima de 35% no intervalo, ambos os grupos perderam poder de compra, reduzindo a capacidade de consumo das famílias.
O setor de serviços lidera o ranking da informalidade nacional, concentrando 42,2% dos empreendedores sem CNPJ. Na sequência aparecem a agropecuária, com 17,2%, o comércio e a construção civil, empatados com 16%, e a indústria, responsável por 8,5% dos negócios sem registro.
Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, o avanço do setor depende do suporte público.
“O empreendedorismo não floresce sozinho. Em qualquer lugar bem-sucedido do mundo, é o Estado de bem-estar social que atua como o principal indutor do mercado. Formalizar é proteger o negócio e incluir pessoas na economia”, destacou o presidente.
Décio Lima - Presidente do Sebrae

Leia Mais

Briga entre torcidas organizadas gerou caos em Jardim Cajazeiras

Briga entre torcidas organizadas provoca caos em Salvador e acaba com nove presos

As quatro vítimas

'Corações estraçalhados': padre lamenta morte de quatro jovens eletrocutados em acampamento católico

Goethe-Institut Salvador

Cafeteria no Goethe-Institut é interditada após denúncia de discriminação durante festival

Tags:
Economia

Tags:

Acompanhe o CORREIO nas redes sociais

Ao apoiar o jornalismo local, você fortalece a informação de qualidade e o trabalho de uma equipe premiada.


Assine agora e tenha acesso aos conteúdos exclusivos, com credibilidade e compromisso com a Bahia.
Obrigado por fazer parte da nossa comunidade.

Mais recentes

Briga entre torcidas organizadas gerou caos em Jardim Cajazeiras

Briga entre torcidas organizadas provoca caos em Salvador e acaba com nove presos

As quatro vítimas

'Corações estraçalhados': padre lamenta morte de quatro jovens eletrocutados em acampamento católico

Goethe-Institut Salvador

Cafeteria no Goethe-Institut é interditada após denúncia de discriminação durante festival

transição energética

Bahia é o novo hub de energia limpa do Brasil? Veja por que o estado lidera o setor

Cadastre-se e receba grátis as principais notícias do Correio.

INSCREVA-SE

© 1996 - 2025 Correio da Bahia. Todos os direitos reservados