Lôro terá duas novas operações no próximo verão
O Grupo Lôro, prepara duas operações temporárias para a próxima temporada. Na Praia da Penha, em Itaparica, a marca repetirá a parceria com a QPC Incorporadora e reabrirá o Lôro Penha mais cedo, aproveitando o feriado de 20 de novembro. O beach club seguirá o formato da edição anterior e funcionará até o Carnaval. A segunda novidade será em Itacimirim, onde o grupo montará uma estrutura provisória com contêineres, ambientação especial, quadra de areia e programação de bem-estar, nas proximidades do empreendimento Xuá. A operação terá ainda parceria com o Réveillon Destino, com ações previstas entre os dias 26 e 31 de dezembro. Será a nova aposta do Lôro no Litoral Norte para o verão 2026/2027.
Salvar o Fogo
Itamar Vieira Junior chegou ontem às livrarias dos Estados Unidos com Saving the Fire, edição em inglês da obra Salvar o Fogo. Publicado pela Verso e traduzido por Johnny Lorenz, o romance promete repetir o sucesso de Torto Arado (Crooked Plow) no mercado americano que levou o escritor nascido em Salvador à lista de finalistas do International Booker Prize. A nova edição já aparece entre os lançamentos literários aguardados de 2026 em veículos norte-americano
Aplausos
O Festival de Lençóis encerrou, no domingo (6), sua 27ª edição, depois de três dias de música, artesanato e valorização das manifestações culturais da Chapada Diamantina. A programação reuniu Banjo Novo, Larissa Luz, Cidade Negra e Rachel Reis, além de grupos tradicionais e debates sobre ancestralidade e patrimônio cultural.
Surpresa
Mas a maior e melhor surpresa do evento promovido pela Pau Viola Entretenimento foi Michel Teló, o primeiro artista sertanejo a se apresentar no festival em 27 anos. Ele chegou de mansinho, pediu licença e, com simpatia e um repertório que misturou seus sucessos a clássicos da MPB e do sertanejo raiz, conquistou o público. No fim das contas, fez o melhor show desta edição e deixou aberta a porteira para que outros nomes do gênero passem por Lençóis.
Boca 80
Aos 80 anos, Paulinho Boca de Cantor voltou ao radar nacional em uma longa entrevista publicada ontem pela Bravo!. Voz fundamental dos Novos Baianos, o baiano revisita a formação do grupo e revela bastidores de músicas que atravessaram gerações, entre elas “Swing de Campo Grande”. O depoimento ganha interesse especial por registrar, em primeira pessoa, memórias de um personagem central da transformação musical ocorrida na Bahia a partir dos anos 1960 e 70 — agora vistas da perspectiva de quem chega às oito décadas ainda em atividade.
Reverso
Alinne Rosa leva a música baiana para um palco pouco associado ao circuito do axé. A cantora se apresenta nesta quarta-feira (9) no Blue Note São Paulo com o show “Pergunte à Bahia Quem Sou”, dedicado à música produzida no estado e a referências de sua trajetória. A apresentação entrou também na seleção musical da Folha de S.Paulo para a semana paulistana, ao lado de atrações internacionais como Machine Gun Kelly e Laufey.
Linguagem própria
A obra de Aurelino dos Santos, um dos personagens mais singulares da arte produzida na Bahia, ganhou novo espaço em São Paulo poucos meses depois de sua morte. A Galeria Estação incluiu trabalhos do baiano na coletiva Uma Língua Nova, que reúne 60 obras de sete artistas e propõe retirá-los de classificações associadas à saúde mental para observar a potência artística de cada produção. Mesmo analfabeto, criou uma linguagem própria, feita de geometrias, palavras, números, embalagens e objetos recolhidos pelas ruas de Ondina. A exposição segue até 26 de setembro.
FOTO ADRIANO MASCARENHAS
Viadutos
Adriano Mascarenhas e a Sotero Arquitetos conquistaram o primeiro lugar no 3º Prêmio PROJETO de Arquitetura, na categoria Infraestrutura e Desenho Urbano. O reconhecimento veio pelo projeto de ocupação das áreas livres sob os viadutos do BRT de Salvador, transformadas em espaços de comércio, lazer e esporte. A premiação aconteceu sexta-feira (4), no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Fomento à cultura
Salvador prepara uma rodada de negócios inédita para aproximar diretamente projetos culturais e empresas investidoras. A Jornada de Fomento à Cultura, que acontece de 14 de setembro a 1º de outubro, prevê colocar frente a frente 72 agentes culturais com projetos habilitados e 24 empresas, além de mentorias, consultorias e preparação comercial. A iniciativa tenta enfrentar um velho gargalo da economia criativa: transformar bons projetos em operações capazes de captar recursos e se sustenta